Controle de Acesso Biométrico: uma tendência


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Hoje até o acesso aos nossos Smartphones é feito por leitura de impressões digitais, uma tecnologia que evoluiu muito. Assim também, a implantação de controle de acesso por padrões biométricos como reconhecimento de impressão digital, leitura de iris ou facial, é a tendência atual nos condomínios residenciais e comerciais já que estas identificações são únicas para cada indivíduo. 

Além disso, equipamentos que há alguns anos chegavam a custar em torno de R$ 15 mil hoje estão muito mais acessíveis e podem ser adquiridos por um décimo deste valor o que vem incentivando muita gente a buscar a implantação, renovação ou incremento (Retrofit) de suas formas de controle de acesso, de acordo com Ari de Lima, especialista em Tecnologias de Segurança e proprietário da Meridiano Sistemas.. 


È importante ressaltar, no entanto, que o controle de acesso biométrico demanda uma criteriosa análise técnica realizada por especialistas do setor para definir quantos e quais equipamentos serão os necessários e mais adequados a cada tipo de imóvel, empresa ou condomínio. "O dimensionamento de sistemas de reconhecimento biométrico por projetistas amadores pode gerar custos desnecessários além de promover falhas e problemas de funcionamento aos sistemas de controle de acesso", afirma Ari. 

No controle de acesso por reconhecimento das digitais, as informações de acesso de cada pessoa são atreladas à sua digital e, assim, toda vez que ela for acessar o local, deverá colocar a ponta do dedo, previamente cadastrado, no leitor digital. 

Para evitar falhas é preciso que seja feita a opção por leitores de qualidade, que realizam uma verificação mais rápida, precisa e confiável. Em alguns casos, além do controle de acesso pela digital, também tem se usado um dispositivo de segurança a mais: o reconhecimento do dedo do pânico. A pessoa cadastra uma digital de um dedo específico que só será usado em caso de perigo, se estiver sendo coagida por um intruso, a passar pelo local, por exemplo. Uma solução muito discreta e eficaz.

Outra alternativa tecnológica é o reconhecimento facial, que é ainda mais preciso e mais difícil de ser burlado. Nesse caso, o registro é feito pela medição de pontos do rosto, como o comprimento da linha da mandíbula, o tamanho do crânio, a distância entre os olhos, a largura do nariz, entre outros detalhes que tornam a identificação mais confiável. Após a leitura do rosto pelo equipamento, ele será automaticamente codificado em uma sequência digital e anexado ao cadastro do indivíduo. Dessa forma, toda vez que ele passar pelo controle de acesso, as informações faciais são comparadas à registrada no banco de dados local e a pessoa é identificada independentemente do corte de cabelo ou do uso ou não de óculos, por exemplo.

Já o controle de acesso por reconhecimento de íris é um dos mais eficientes para liberar ou bloquear a entrada de pessoas a um recinto já que a íris também é uma característica única de cada inpessoa e a identificação nos sensores biométricos é feita a partir da leitura dos anéis coloridos e pontos existentes em torno da pupila. A tecnologia é uma barreira intransponível para indivíduos mal intencionados já que a câmera que compõe o equipamento de controle de acesso é apontada para o olho da pessoa e em cerca de três segundos transfora a imagem capturada em uma representação matemática, que será buscada cada vez que o mesmo indivíduo for acessar o local.

Quer implantar um destes sistemas? Não esqueça, consulte antes um especialista pois ele saberá lhe indicar a melhor solução e dimensionar o seu projeto de Segurança Tecnológica.